Lugares incríveis em dias sombrios e nossa possibilidade de se adaptar!

Uma coisa que essa quarentena nos deu foi o tempo! E com ele toda sua representatividade, não é? O tempo é uma coisa preciosa.... Ao contrário do que dizem por aí tempo não é dinheiro, tempo é VIDA! Logo a maneira com que utilizamos o tempo, é a maneira com que vivemos!

Quando pensamos desta forma, percebemos que há muito significado na forma com que conduzimos nosso tempo, ou seja nossa vida... Assistindo ao filme Por Lugares Incríveis, longe de fazer análises criteriosas sobre ou comparações entre o filme e o livro, trazemos apenas reflexões sobre coisas que chamam a nossa atenção e que não se esgotam por aqui...

O filme conta a história de dois adolescentes, Violet Markey (Elle Fanning) e Theodore Finch (Justice Smith), que estão passando por momentos difíceis criam um forte laço embarcando em uma jornada proposta por uma atividade de um professor na pequena cidade em que moram.  Em uma das cenas, Violet cita uma das frases prediletas de sua irmã: “Não nos lembramos de dias, nós nos lembramos de momentos!”

Se pararmos para pensar nessa frase, ela diz muita coisa, como por exemplo que apesar de termos dias difíceis, eles não se encerram em si e que os momentos que vivemos e que nos marcam perpassam esses dias. A alegria, a dor, a frustração, o medo e todas as demais emoções não se encerram em si, mas estão relacionadas com o contexto em que vivemos, isto é, dizem de nós!

Outra cena muito interessante do filme, é quando eles conhecem um local da cidade que tem um muro com espaço para escrita, com uma frase a ser respondida: Before I Die (Antes de eu morrer), e é impactante pensar que nisso, O que quero antes de morrer?

O coronavírus chegou, uma pandemia que escancara na nossa cara nossa finitude! Muitos dizem que a única certeza da vida é a morte, mas o quanto a gente considera de fato essa certeza? O quanto que estamos dando sentido a essa vida?

Dentro de todo contexto trazido pelo filme, um dos personagens escreve que, o que ele desejava antes de morrer era “estar desperto”. Podemos considerar que estar desperto na/para vida é ter consciência! Consciência de quem somos, dos nossos medos, de nossas possibilidade e potencialidades! E apesar do medo e dos impasses, se conhecer de tal forma a ter a capacidade de se acolher, para posterior acolhida do outro. Este filme trás várias problematizações, como a “normalidade da adolescência”, a saúde mental, o suicídio, o luto, a empatia... É um verdadeiro convite a pensar e a refletir que “há lugares incríveis até em dias sombrios”, e se esse lugares não existirem, você pode SER incrível de acordo com suas capacidades infinitas de apenas existir.




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